Design
Segundo a LG, o G Flex possui um design ergonômico, projetado pensando no formato do seu rosto. Como consequência disso, a qualidade da recepção da voz durante as ligações, assim como a distância entre a sua boca e o microfone do aparelho, fica reduzida.
Para jogos, a formato curvo da tela não influencia de forma positiva ou negativa. A pegada do aparelho se mantém firme e, nesse caso, a tela maior torna tudo mais interessante – não pelo fato de ser curva, mas pelo maior espaço de exibição de conteúdo. Característica similar também pode ser percebida na exibição de vídeos.
Uma das particularidades das telas curvas, tanto no cinema quanto nas TVs, é o fato de que elas "fecham" mais o campo de visão do espectador, aumentando a sensação de imersão. Para que isso fosse válido em um smartphone com tela de 6 polegadas, seria preciso estar a uma distância muito próxima do display. Contudo, a tela curva faz com que a reflexividade dela seja reduzida, o que de fato acaba se tornando um aspecto interessante.
Sendo o primeiro celular a chegar ao mercado contando com uma tecnologia chamada "self-healing" ("autocura", em tradução direta). Essa característica não é uma invenção da LG, uma vez que ela já existe há pelo menos quatro anos no mercado automotivo. Entretanto, essa é a primeira vez que um celular ganha a capacidade de se autorregenar.
Isso é possível graças a um polímero que recobre o aparelho. Uma das características desse material é que as moléculas apresentam a capacidade de se rearranjar quando aquecidas e depois resfriadas. Dessa forma, elas recobrem riscos mais leves, desde que eles não cheguem a ultrapassar o polímero e atinjam o plástico da capa traseira.
Hardware
Desempenho
As configurações do LG G Flex fazem dele um aparelho robusto. O processador é um quad-core Qualcomm Snapdragon 800 de 2,26 GHz. Ele vem acompanhado de uma GPU Adreno 330 e de 2 GB de RAM. O espaço de armazenamento é de 32 GB, não expansível. As características são exatamente as mesmas do LG G2, o que coloca os dois produtos em pé de igualdade.
A interface Optimus da LG também se mostra fluida no LG G Flex. A transição entre telas é suave e os modos de multitarefa são executados com rapidez.
Câmeras
A câmera traseira do LG G Flex conta com sensor de 13 megapixels, o que resulta em capturas com resolução de 4160x3120 pixels para fotos e vídeos em 1080p em 60 fps. Além disso, há um total de 12 modos de câmera que permitem ver ainda na tela qual será o resultado final de uma foto depois de salva.
Mesmo em ambientes pouco iluminados, o resultado das imagens é satisfatório. Já a câmera frontal, com resolução de 2 megapixels, garante imagens de boa qualidade para "selfies" e também para videoconferências.
Tela
O LG G Flex tem resolução de tela de 1280x720 pixels, o que resulta em uma densidade de pixels de apenas 245 ppi. Em uma tela de seis polegadas, essa característica resulta em uma pixelização maior do que a média entre os modelos top de linha.
A tecnologia de constituição do display é a POLED, uma versão similar à OLED, mas que, em vez de utilizar vidro como base, usa um substrato de plástico também para a composição da tela e ainda para melhorar o Gorila Glass 2 presente.
Bateria
o G Flex, possui capacidade de 3.400 mAh, fazendo com que o aparelho confortavelmente é capaz de aguentar um dia todo de trabalho. O desempenho pode ser considerado dentro da normalidade se levarmos em consideração phablets concorrentes. Caso você queira colocá-lo lado a lado com smartphones top de linha, o LG G Flex se mostra um pouco mais vantajoso para o consumidor.
Fonte: LG, Tecmundo
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